segunda-feira, 17 de agosto de 2026.
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Poeira e excesso de velocidade aumentam riscos na BR-230 entre Matupi e Humaitá

O trecho da BR-230, a Transamazônica, entre o distrito de Santo Antônio do Matupi, no km 180, e a região da balsa de Humaitá, tem chamado a atenção de motoristas que trafegam diariamente pela rodovia.

Entre os condutores, já é comum ouvir a expressão: “É um tiro ou tá um tiro”, em referência às boas condições de trafegabilidade da estrada e à rapidez com que alguns veículos percorrem o trecho.

Após passar por serviços de recuperação e melhorias, a rodovia, que possui trechos não pavimentados, apresenta melhores condições de circulação.

Com a pista mais regular, alguns motoristas acabam aumentando a velocidade, o que pode elevar o risco de acidentes.

O cenário fica ainda mais preocupante durante o período de estiagem.

Com o solo seco, a passagem de veículos levanta grandes nuvens de poeira, reduzindo a visibilidade e dificultando a condução, principalmente durante cruzamentos e ultrapassagens.

A baixa visibilidade exige atenção redobrada dos motoristas que seguem nos dois sentidos da rodovia.

Segundo relatos de condutores que conhecem o trecho, alguns acidentes já ocorreram durante o período de seca, enquanto outras situações de risco foram evitadas graças à prudência e à atenção dos motoristas.

Diante das condições da estrada, a orientação é que os condutores reduzam a velocidade, mantenham distância segura dos demais veículos e evitem ultrapassagens quando houver poeira comprometendo a visibilidade.

Mais importante do que chegar rápido é chegar com segurança. Na Transamazônica, prudência e atenção podem fazer a diferença entre uma viagem tranquila e um acidente.

REPORTAGEM: Edy Lima