
O trecho da BR-230, a Transamazônica, entre o distrito de Santo Antônio do Matupi, no km 180, e a região da balsa de Humaitá, tem chamado a atenção de motoristas que trafegam diariamente pela rodovia.
Entre os condutores, já é comum ouvir a expressão: “É um tiro ou tá um tiro”, em referência às boas condições de trafegabilidade da estrada e à rapidez com que alguns veículos percorrem o trecho.
Após passar por serviços de recuperação e melhorias, a rodovia, que possui trechos não pavimentados, apresenta melhores condições de circulação.
Com a pista mais regular, alguns motoristas acabam aumentando a velocidade, o que pode elevar o risco de acidentes.
O cenário fica ainda mais preocupante durante o período de estiagem.
Com o solo seco, a passagem de veículos levanta grandes nuvens de poeira, reduzindo a visibilidade e dificultando a condução, principalmente durante cruzamentos e ultrapassagens.
A baixa visibilidade exige atenção redobrada dos motoristas que seguem nos dois sentidos da rodovia.
Segundo relatos de condutores que conhecem o trecho, alguns acidentes já ocorreram durante o período de seca, enquanto outras situações de risco foram evitadas graças à prudência e à atenção dos motoristas.
Diante das condições da estrada, a orientação é que os condutores reduzam a velocidade, mantenham distância segura dos demais veículos e evitem ultrapassagens quando houver poeira comprometendo a visibilidade.
Mais importante do que chegar rápido é chegar com segurança. Na Transamazônica, prudência e atenção podem fazer a diferença entre uma viagem tranquila e um acidente.
REPORTAGEM: Edy Lima










