Vila Olímpica comemora Dia das Crianças

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Para comemorar o Dia das Crianças, a Secretaria de Estado de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel) promoveu, de 10 a 13 de outubro, um Festival Esportivo para diversas modalidades promovidas nas Escolinhas da Sejel. Na tarde desta quinta-feira (11/10), por exemplo, foi a vez dos esportes xadrez e atletismo, que fizeram a alegria da criançada e, sem dúvida, serviram de estímulo não apenas para o lazer, mas também para o conhecimento da modalidade e o incentivo à sua prática.

As atividades foram realizadas na Vila Olímpica de Manaus, localizada no bairro Dom Pedro, zona centro-oeste de Manaus.

Para a professora e presidente da Federação Desportiva de Atletismo do Estado do Amazonas (Fedaeam), Marleide Borges, eventos como este servem para divulgar a prática do esporte.

“Essa é uma maneira diferente de apresentar o esporte. Hoje, as crianças fizeram provas de atletismo sem perceberem. Preparamos tudo de uma forma lúdica e, brincando, os que ainda não praticam a modalidade puderam conhecê-la. Essa é uma maneira eficaz de divulgação, pois muitos pais pensam que a Escola é muito cara, entretanto, paga-se apenas uma taxa simbólica e, dependendo do caso, isentamos a criança, porque o importante é o envolvimento delas com as práticas desportivas”, conta.

A dona de casa Isabela Jesus Lima, de 34 anos, conta os benefícios que o atletismo trouxe aos seus três filhos.

“Tenho três filhos, um de 11, um de 8 e uma garotinha de 5 anos. No ano passado, eles estavam muito dispersos, então resolvi procurar alguma atividade física para praticarem. Moramos próximo da Vila Olímpica e os inscrevi aqui. Então, eles iniciaram as aulas em março, e de lá pra cá já se nota uma grande diferença no comportamento deles, até mesmo na Educação Física da escola, que antes não gostavam de participar e hoje são os primeiros a motivarem os colegas. Estou gostando muito do resultados que as aulas daqui estão proporcionando à eles”, afirma.

Já para Helen Pires, mãe do pequeno Miguel Pires, de oito anos, o xadrez foi um divisor de águas na vida de seu filho.

“O xadrez traz muito a questão do desenvolvimento e inclusão. Quando chegou aqui, o Miguel era super retraído e não sabia perder, já tinha passado por outros esportes, mas só no xadrez ele conseguiu desenvolver essa capacidade, de reconhecer que em qualquer esporte sempre terá um ganhador e um perdedor, fora as outras capacidades que ele está desenvolvendo como a concentração, respeito, entre outras. Hoje ele é um propagador do esporte na escola dele e vê-lo crescer assim me deixa muito grata”, destacou.

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