
MANAUS (AM) — Manaus enfrenta o segundo aumento no preço da gasolina em menos de um mês. O litro do combustível comum saltou de R$ 7,29 para R$ 7,59 em postos da capital. A mudança começou neste domingo, 22 de março de 2026. Motoristas expressam frustração pela falta de alertas prévios. A refinaria local ainda não justificou os motivos. Esse reajuste reflete desafios logísticos e fiscais na Amazônia.
O aumento no preço da gasolina em Manaus repete o padrão de março. No dia 7, o valor subiu de R$ 6,99 para R$ 7,29. Agora, o aditivado foi de R$ 7,49 para R$ 7,79. Os acréscimos ocorreram em apenas 15 dias. Especialistas citam impostos como ICMS e custos de frete como fatores principais.
Posição de Manaus no Ranking Nacional
Segundo a ANP, Manaus tem a terceira gasolina mais cara entre capitais. Em janeiro de 2026, a média era R$ 6,98 por litro. Rio Branco liderava com R$ 7,24, seguida por Porto Velho com R$ 7,09. O etanol local, a R$ 5,49, também figura entre os mais altos.
Esse ranking destaca vulnerabilidades regionais. Distâncias longas e dependência de importações encarecem o produto. O aumento no preço da gasolina em Manaus supera médias sulistas devido a esses elementos.
Efeitos no Cotidiano e Economia
O aumento no preço da gasolina em Manaus impacta diretamente o bolso dos moradores. Taxistas e motoristas de app relatam despesas extras semanais. Empresas de transporte podem repassar custos aos clientes.
Na economia, setores como turismo e indústrias da Zona Franca sofrem. Preços altos desestimulam viagens e elevam fretes. Analistas preveem continuidade se não houver intervenções fiscais.
Causas e Medidas Possíveis
Flutuações no petróleo global e logística regional explicam o aumento no preço da gasolina em Manaus. Governos poderiam reduzir ICMS ou subsidiar transportes. Consumidores buscam etanol ou veículos eficientes como alternativas.
Autoridades monitoram o mercado para evitar abusos. Debates sobre transparência crescem na região.


