
Manaus (AM) — A saída do ministro Dias Toffoli do caso Master está sendo articulada nos bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF) após revelações sobre um resort vinculado a seus familiares. A nota pública de apoio publicada pelo ministro Edson Fachin é interpretada por colegas de Corte como o primeiro passo de uma estratégia planejada para que Toffoli deixe, de forma coordenada, a relatoria do caso Master.
Apesar das tratativas internas, Toffoli resiste à pressão. Por meio de mensagens nos bastidores, ele afirma que não pretende abrir mão da condução do processo nem declinar a competência para a Justiça Federal.
No entanto, a pressão sobre o ministro não se restringe ao caso Master. Nas últimas duas semanas, surgiram informações sobre movimentações financeiras suspeitas envolvendo um resort no Paraná belonging to Toffoli’s relatives, mas indícios de negócios não esclarecidos e operações atípicas colocam o ministro em posição delicada.
A avaliação entre os demais ministros é que, independentemente de Toffoli permanecer ou não como relator, ele precisa prestar esclarecimentos convincentes sobre o resort. Para os pares, essa situação “mal explicada” exige transparência imediata para evitar que a crise de imagem se agrave.



