
MANAUS (AM) — A greve dos motoristas do transporte especial que atende trabalhadores do Distrito Industrial de Manaus foi encerrada após acordo entre representantes da categoria e as empresas do setor. A negociação garantiu reajuste salarial de 5,5% e vale-alimentação no valor de R$ 500 para os trabalhadores.
A paralisação ocorreu na manhã desta quinta-feira (20) e provocou impactos em diversas regiões da capital amazonense. Desde as primeiras horas do dia, ônibus do transporte especial ficaram parados em pontos estratégicos da cidade, causando retenções e bloqueios em vias como a avenida Torquato Tapajós, Bola da Suframa, Cosme Ferreira, Autaz Mirim, avenida das Torres e Bola da Samsung.
O movimento afetou o deslocamento de trabalhadores de empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) e gerou reflexos no trânsito durante o período da paralisação.
A mobilização aconteceu em meio às negociações salariais entre trabalhadores e empresários do setor. A categoria havia rejeitado uma proposta anterior de reajuste de 3%, defendendo melhores condições de remuneração e benefícios.
Além do reajuste salarial, os trabalhadores reivindicavam mudanças na carga horária, revisão dos benefícios relacionados à alimentação e melhorias nas condições de trabalho.
Os profissionais são representados pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Especiais de Manaus (Sindespecial), enquanto as empresas do segmento têm como representante o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros por Fretamento do Estado do Amazonas (Sifetran).
Com o acordo firmado entre as partes, a greve foi encerrada e o serviço de transporte especial deverá ser retomado normalmente para atender os trabalhadores do Distrito Industrial.










