
Um novo tipo de fraude de identidade, chamado de golpe do falso sósia, explora sistemas de reconhecimento facial para que criminosos se passem por outras pessoas. A modalidade foi identificada pela equipe de inteligência analítica da Serasa Experian.
O método consiste no uso de ferramentas que comparam o rosto do fraudador com imagens disponíveis em diferentes bases de dados. Os sistemas de comparação facial localizam identidades legítimas com alto grau de semelhança física. Em seguida, o criminoso escolhe aquela que considera mais propensa a passar por validações biométricas, como abertura de contas e cadastros.
Diferentemente de fraudes tradicionais, o golpe não parte de dados de uma pessoa específica. O criminoso busca sósias digitais para burlar a biometria e se passar por terceiros.
A Serasa Experian orienta os consumidores a adotarem cuidados para reduzir a exposição de documentos, fotografias e dados biométricos, diminuindo o risco de serem alvos desse tipo de fraude.










