
MANAUS (AM) — A investigação sobre a morte de Ângela Bulbol, atropelada na última sexta-feira (20) dentro do condomínio Ephigênio Sales, em Manaus, enfrenta um obstáculo grave: o local do acidente não foi periciado.
De acordo com o delegado Temistocles de Alencar, da Delegacia Especializada em Acidentes de Trânsito (DEAT), a Polícia Civil e a perícia só foram acionadas horas após o ocorrido. Quando as equipes chegaram ao local, a vítima já havia sido removida, assim como o veículo envolvido – um Mercedes prata de placa RGN-5C85 – e a condutora.
O carro, dirigido pela advogada Mônica Melo, não chegou a ser apreendido. Até esta quinta-feira (26), ela também não havia prestado depoimento. A informação é que ela permanece em casa, abalada emocionalmente, e chegou a ser levada a um hospital após o acidente.
Segundo o delegado, inicialmente, Monica Melo deverá ser indiciada por homicídio culposo (quando não há intenção de matar). A ausência de perícia no local e a demora no acionamento da polícia são agora pontos centrais para o esclarecimento do caso.


