
Por Vicente Souza
Uma história extraordinária, mantida em silêncio por décadas, veio finalmente a público. Um morador da região de Bottenviken, no norte da Suécia, decidiu romper o anonimato e relatar aquele que pode ser um dos encontros mais intrigantes com um ser extraterrestre já registrados na Escandinávia. O testemunho foi publicado pela respeitada publicação especializada em ufologia Ufo Nachrichten e descreve um episódio ocorrido em julho de 1955, quando o homem ainda era um jovem lenhador e trabalhava na floresta ao lado de dois irmãos.
O objeto misterioso
Era por volta das seis horas da manhã, em um dia comum de trabalho nas densas florestas suecas. Os três irmãos cortavam lenha quando algo incomum no céu chamou sua atenção. Segundo o relato, um objeto alongado, semelhante a um charuto, voava em zigue-zague a baixa altitude, seguindo em direção a um rio situado a cerca de 300 metros dali.
“Achamos que fosse um avião em emergência, talvez sem asas, procurando um local para pousar”, contou a testemunha. Movidos pela curiosidade, correram até o ponto onde acreditavam que o objeto tivesse caído. Não havia destroços, nem sinais de explosão. No lugar disso, depararam-se com algo ainda mais perturbador: uma luz intensa e inexplicável.
“A claridade era tão forte que conseguíamos enxergar através das árvores, como se estivessem transparentes”, relatou. Subitamente, uma força invisível pareceu puxá-los para frente. Quando a luminosidade começou a se dissipar, os irmãos encontraram apenas troncos e galhos quebrados, como se algo tivesse atravessado a mata violentamente.
O pequeno ser
O momento seguinte marcou definitivamente a memória dos três. Um dos irmãos gritou: “Ei, aqui tem um anão uniformizado!”. Ao se aproximarem, ficaram paralisados. Deitado na grama estava um pequeno ser humanoide, aparentemente inconsciente, com cerca de 1,20 metro de altura, envolto por uma aura esbranquiçada que emanava um brilho contínuo.
Um dos irmãos tentou tocá-lo para verificar se ainda estava vivo, mas puxou a mão bruscamente ao sofrer uma descarga elétrica. Instantes depois, o ser abriu os olhos e falou em sueco perfeito: “Agora vocês sabem quem eu sou”.
A descrição física impressiona. A criatura tinha pele amarelada, olhos pretos e pequenos, diversas feridas no rosto, nariz diminuto, lábios finos e dentes extremamente brancos. O cabelo era quase branco. Vestia um uniforme avermelhado, de aparência metálica e muito justo ao corpo. Nos pés, usava sapatos semelhantes a esteiras, que permitiam mover-se para frente ou para trás sem levantar os pés.
As últimas palavras
Segundo o relato, o ser explicou que o uniforme era o que ainda o mantinha vivo, embora estivesse “despedaçado por dentro”. Em seguida, retirou do bolso uma pequena caixa perfurada, parecida com uma cigarreira, e picou a própria pele com um instrumento metálico. Advertiu os homens para não tocarem no objeto, dizendo que o utilizara para avisar seus semelhantes de que jamais retornaria.
“O piloto disse que vinha de um local próximo à constelação da Águia”, afirmou a testemunha. Ainda segundo ele, diversas civilizações extraterrestres teriam visitado a Terra no passado — algumas apenas para observação, outras com o objetivo de estudar o planeta com vistas a uma possível ocupação futura.
Antes de morrer, o ser pediu que seu corpo fosse colocado em um saco, retirado de seu próprio traje, e lançado no rio. Alertou também para que os homens lavassem bem as mãos, a fim de evitar doenças. A aura luminosa foi se apagando enquanto sua respiração se tornava cada vez mais difícil. Antes do último suspiro, olhou fixamente para a testemunha, sorriu e pronunciou algumas palavras em uma língua desconhecida, seguidas de uma frase em sueco com tom enigmático:
“Você veio aqui contra a sua vontade e irá embora contra ela. Nossa vida é como o nevoeiro.”
O destino do corpo
Abalados, os irmãos se afastaram por alguns minutos. Depois, colocaram o corpo no saco — que, segundo o relato, pesava cerca de 90 quilos — e o lançaram no rio. O ambiente estava impregnado por um forte cheiro de enxofre. Ao tocar a água, o saco provocou um fenômeno incomum: o rio começou a ferver e borbulhar, como se uma reação química estivesse em curso. Cerca de cinco minutos depois, não restava qualquer vestígio.
Pela credibilidade da publicação que divulgou o relato, este caso passou a ser tratado com seriedade por pesquisadores do tema. Nos arquivos da ufologia mundial, há registros de supostos acidentes envolvendo naves extraterrestres que teriam resultado na morte de seus ocupantes. Este episódio, ocorrido em uma remota floresta sueca, figura entre os mais emblemáticos já documentados.


