terça-feira, 17 de março de 2026.
Início Religião Papa Francisco condena as guerras na mensagem Urbi et Orbi

Papa Francisco condena as guerras na mensagem Urbi et Orbi

Todos os anos, no dia de Natal e no dia da Páscoa, o líder da igreja católica se dirige aos fiéis para uma mensagem e uma bênção.

Todos os anos, no dia de Natal e no dia da Páscoa, o líder da igreja católica se dirige aos fiéis para uma mensagem e uma bênção.

Todos os anos, no dia de Natal e no dia da Páscoa também, o líder da igreja católica se dirige aos fiéis para uma mensagem e uma bênção.

É quando o Papa chama a atenção de Roma e do mundo para injustiças, para as necessidades dos menos favorecidos.

Neste 25 de dezembro, Francisco honrou essa tradição com a condenação fervorosa da guerra.

Diante de 70 mil pessoas, o Papa Francisco transmitiu a mensagem mais importante da tradição católica: a do nascimento do próprio cristianismo.

Lembrou da perseguição de Herodes, que ordenou o massacre das crianças após o nascimento de Jesus, para falar das crianças que morrem em bombardeios pelo mundo.

“Dizer ‘sim’ ao príncipe da paz significa dizer ‘não’ à guerra, a todas as guerras, à própria lógica da guerra, que é viagem sem destino, derrota sem vencedores, loucura indesculpável”, disse Francisco.

“Mas, para dizer ‘não’ à guerra, é preciso dizer ‘não’ às armas”, continuou. “E como se pode falar de paz, se cresce a produção, a venda e o comércio das armas?” perguntou.

Francisco condenou os ataques terroristas em Israel. “Trago no coração a dor pelas vítimas do execrável atentado terrorista de 7 de outubro passado, e renovo o apelo pela libertação dos que se encontram ainda reféns.”

E cobrou o fim das operações militares com seu rastro assustador de civis inocentes.

O pensamento do Papa se voltou também para as populações da Síria, do Iêmen e do Líbano, da Ucrânia, Armênia e Azerbaidjão. Citou os conflitos nos países africanos e desejou a reconciliação das duas Coreias.

Para o continente americano, sugeriu soluções que superem as diferenças sociais e políticas. Pregou o fim de todas as formas de pobreza que ofendem a dignidade das pessoas.

O Papa Francisco falou do tempo de graça e de esperança do jubileu de 2025, que começará dentro de um ano. Um período de preparação que pode ser visto como uma oportunidade para converter o coração, dizer “não” à guerra e “sim” à paz, promover a liberdade dos escravizados e a libertação dos prisioneiros.

fonte: JORNAL NACIONAL