Início Política Belarmino Lins apela ao Ministério da Saúde por formandos no Mais Médicos

Belarmino Lins apela ao Ministério da Saúde por formandos no Mais Médicos

Dep. Belarmino Lins

Em Moção de Apelo aprovada pelo Plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), o deputado estadual Belarmino Lins (PP) pediu à bancada federal do Estado no Congresso Nacional e ao Ministério da Saúde a inserção de formandos em Medicina no sistema de inscrições para o programa Mais Médicos.

O Governo Federal está oferecendo a profissionais brasileiros, 8.517 vagas que atualmente são ocupadas por médicos cubanos. As inscrições vão até o dia 25 deste mês de novembro e o início das atividades está previsto para o dia 3 de dezembro. Os profissionais atuarão em cerca de 3 mil municípios e 34 distritos indígenas, percebendo salário de R$ 11.800,00.

Segundo Belarmino, podem se candidatar às vagas os médicos brasileiros com CRM Brasil ou com diploma revalidado no país e, a propósito dessa questão, ele resolveu apelar a deputados e senadores que compõem a bancada federal amazonense no Congresso, bem como ao Ministério da Saúde, pelo direito dos estudantes formandos em Medicina às inscrições ao Mais Médicos.

“Considerando as atuais e urgentes demandas do programa Mais Médicos, sobretudo na Região Norte, onde está situado o Estado do Amazonas, argumenta Belarmino, entendemos ser coerente o Governo Michel Temer contemplar, no sistema de inscrições, a participação dos formandos que vão colar grau em Medicina no próximo mês de dezembro, quando, então, poderão obter o seu registro profissional junto ao Conselho Regional de Medicina (CRM) e ostentar o CRM Brasil”

O deputado acredita que as gestões políticas dos parlamentares do Amazonas junto ao ministro da Saúde, Gilberto Occhi, poderão flexibilizar o sistema de inscrições e permitir a participação dos formandos no Mais Médicos. “Acreditamos que, concedendo esse direito aos formandos, o Governo Temer democratizará o sistema de inscrições e possibilitará maiores oportunidades para os estados serem supridos de profissionais médicos”, finaliza.